quarta-feira, 27 de outubro de 2010

De volta pro meu aconchego.

Sabe bem ouvir esta música... principalmente se for frente à lareira e depois de um dia cansativo!



Adoro!!!
Relaxa-me!!!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Fenix II

Oportuno este comemtário no Público!


Aproveitar a cápsula

"Depois de se salvarem os mineiros podia-se aproveitar a cápsula e fazer a viagem ao contrário! 1º Sócrates, 2º Durão Barroso, 3º Paulo Portas, 4º Banqueiros, 5º..."




Anónimo . 13.10.2010
Via PÚBLICO

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A CRISE É MÁGICA!!

El gran casino europeo from ATTAC.TV on Vimeo.




Pra quem não percebe como um país chega a este estado de "calamidade" financeira, este vídeo Espanhol consegue explicá-lo!

O nosso estado é o DOOH NIBOR!!

(o avesso do Robin Hood, porque tira aos pobres para dar aos ricos)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O meu amor

O meu amor
é um tudo espremido em nada. É pouco mas um pouco de tudo, é muito mas insuficiente.
O meu amor
é magro e alto mas forte, é feio mas encantador, de nariz demasiado comprido e de traços angulosos.



O meu amor
tem faces ruborizadas pela timidez que escondem uma palidez indesejada.
O meu amor
é leite... eu sou chocolate!

O meu amor
é cinema, é música, é história de encantar.
O meu amor
é de poucas falas mas de boa conversa, é meigo mas delicadamente bruto, é praia, é mar e dias de sol.

O meu amor é culto, é esperto mas demasiado distraído para perceber quanto o amo.


O meu amor
não me manda mil flores, talha a mais bela do jardim do vizinho mas diz-me que a plantou propositadamente pra mim.
O meu amor
não me manda mil cartas mas dita-mas no silêncio possível entre duas pessoas que se amam.

O meu amor
não me dá mil prendas mas tem sempre uma surpresa (nem que seja um caramelo ou um pacote de açúcar da Nicola).
O meu amor
não me telefona a todas as horas, nem me escreve telegramas de cinco páginas, mas não vai dormir sem me desejar uma "boa noite" ou sem dizer o quanto me ama.



O meu amor
não me diz o quanto sofre por não me ver (quando fisicamente separados) mas fá-lo pressupor na ausência de palavras, no tom de voz, nas palavras de duplo sentido.
O meu amor mima-me!
E pra que serve o amor se não pra nos mimar?! Pra nos fazer sentir suficientemente grandes para enfrentar as mesquinhas mediocridades do dia-a-dia?!

O meu amor
ama-me, e é tudo!! E nada é mais saboroso do que o feed-back amoroso, do que um amor correspondido!