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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Stand by me!



Cada vez mais a música une as almas.
As diferenças de estilo (musical), de cor, de idade, de sexo, de religião e de ideologia, etc, perdem todo o valor e qualquer significado quando se ama a música. Ou quando as pessoas se unem para tocar/cantar em conjunto.
Parece que aquele "encontro musical" se passa dentro de uma redoma de vidro e que todos os problemas, inimizades e diferenças ficam do lado de fora. Esse momento torna-se omnipotente; eleva o nosso espírito a uma dimensão superior.
Como diz a música da Madona: "MUSIC MAKES THE PEOPLE COME TOGETHER.
Este vídeo é um exemplo disso.
Desfrutem.
Bjs

P.S.- se quiserem ouvir mais músicas do género vejam as músicas a gosto aqui no blog.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

La Boda de Luís Alonso com castanholas.



Uma música bonita, abrilhantada pelo ritmado som das castanholas, tocadas de maneira fantástica. Uma junção engraçada e boa de ouvir.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

As vindimas





Há aproximadamente uma semana atrás, voltei à azafama das vindimas. O meu pai e uns amigos resolveram produzir artesanalmente um lagar de vinho tinto bairradino para, posteriormente, beberem entre amigos. Ao início até me ri da ideia mas percebi que eles estavam a falar a sério e ofereci-me imediatamente para ajudar, não fosse eu apreciadora de uma boa pinga! Em Cantanhede, compraram-se e escolheram-se os melhores cachos de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Baga, de entre km de vinhas de perder de vista. Os cachos eram de uma doçura anormal, o que agoirava "vinho de grau"_ um vinho colossal.
Nesse dia, durante a vindima, vieram-me à memória recordações antigas em que eu, os meus irmãos e os meus primos gostávamos de terminar as férias de verão na aldeia, ajudando o meu avô nas vindimas e colheitas em geral. O cheiro ocre do vinho seco nas mãos, o aroma da terra, o triquetar das tesouras de podar (que quase embala) e o blá-blá-blá das mulheres que vindimavam para o patrão enquanto esmiuçavam a vida alheia, deixou-me saudades da minha infância, em que o meu pequeno mundo e inocência me "obrigavam" a ser feliz.
Foi uma sábado muito gratificante e divertido porque, depois de tudo isto, ainda houve que pisar o vinho e prepara-lhe a fermentação. Mais uma vez me ocorreram imagens da infância, em que pisava o vinho descalça com um medo de morte aos aranhões e bichas-cadelas. Hoje em dia já me é bem mais fácil sentir as uvas a esborracharem-se debaixo dos meus pés e ver passar as ditas bichas sem me assustar, até porque hoje os meus medos são outros e bem mais sérios.
Esperamos agora que o dito vinho saia mesmo um vinho colossal. A avaliar pelo tempo que demorou a começar a fermentar, vai dar um vinho de grau!!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Vento Nordeste

NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE


Benvindo vento Nordeste, porque vieste trazer de volta o meu bom humor e a minha boa disposição. Porque me fazes sentir predisposta pra tudo, porque acendes o meu desejo, porque me fazes sempre arrepiar quando me tocas a pele, com o teu bafo quente e envolvente. Mais do que qualquer outro vento frio, tu arrepias-me!!
Adoro-te vento Nordeste, porque trazes de volta as borboletas, as libelinhas e as joaninhas que há muito não vejo e que já são raras de encontrar por aqui.
Mas tem cuidado. Cuidado ao bagunçares a minha vida, como é habitual! Lembra-te que ela precisa de mudança, de ser revolvida e revirada, brinca com ela à vontade. Mas quando te fores embora, deixa-a melhor do que a encontraste, num local calmo, seguro, cheio de alegrias e emoções.
Até breve vento Nordeste ( e espero que não demores muito a regressar)!!! :)